| M@resia |
sábado, 29 de janeiro de 2011
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Aliás ... parece que tudo na minha vida está a acontecer exactamente ao mesmo tempo....como se todos os astros tivessem contra mim... como se estivessem a querer mostrar algo... e apenas eu ainda não estivesse a ver os sinais...
Não sei se é por estar triste....desiludida....cansada.... mas neste momento não consigo ver sinais alguns, não tenho planos para amanha ou depois...
...
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
se eu falar e a voz soar com a amanhã
eu sei...
a noite em mim
que já não quero estar aqui
só Deus sabe o que será
tudo o que acontece em mim
eu sei...
Se eu beber dessa luz que apaga
a noite em mim
e se um dia eu disser
que já não quero estar aqui
o que fazer, o que querer
que um dia o vá expressar
não há outro que conhece
tudo o que acontece em mim
A vida é como um precipício... ora estamos no alto, ora caímos num abrir e piscar de olhos...
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
...
Sinto que estou a perder todas as forças....
Sinto-me a ir abaixo....
E não posso ir abaixo agora..ainda não...
Se ao menos tu estivesse aqui, eu sei que tudo era mais fácil....
Tenho tantas saudades tuas, meu anjo da guarda...
Preciso que estejas aí... mais que nunca preciso que estejas aí...
...
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
domingo, 2 de janeiro de 2011
:(

Porque é que quando desejamos muito uma coisa, parece que o mundo inteiro conspira contra nós?
"Pedes-me um tempo
para balanço de vida
mas eu sou de letras
não me sei dividir
para mim um balanço
é mesmo balançar
balançar até dar balanço
e sair..
Pedes-me um sonho
para fazer de chão
mas eu desses não tenho
só dos de voar
e agarras a minha mão
com a tua mão
e prendes-me a dizer
que me estás a salvar
de quê?
de viver o perigo
de quê?
de rasgar o peito
com o quê?
de morrer
mas de que, paixão?
de que?
se o que mata mais é não ver
o que a noite esconde
e nao ter nem sentir
o vento ardente
a soprar o coração..
Pensa em mim
dentro das mãos fechadas
o que cabe é pouco
mas é tudo o que temos
esqueces que às vezes
quando falha o chão
o salto é sem rede
e tens de abrir as mãos
Pedes-me um sonho
para juntar os pedaços
mas nem tudo o que parte
se volta a colar
e agarras a minha mao
com a tua mao e prendes-me
e dizes-me para te salvar
de quê?
de viver o perigo
de quê?
de rasgar o peito
com o quê?
de morrer
mas de que paixão?
de que?
se o que mata mais é não ver
o que a noite esconde
e nao ter nem sentir
o vento ardente
a soprar o coração"
(Balançar - Mafalda Veiga)




