Talvez por não saber falar de cor, imaginei...
Talvez por não saber o que será melhor, aproximei...
O meu corpo é o teu corpo, o desejo entregue a nós...
Sei lá eu o que queres dizer.
Despedir-me de ti,
Adeus! Um dia, voltarei a ser feliz...
Talvez por não saber falar de cor, aproximei...
Triste é o virar de costas, o ultimo adeus...
Sabe Deus o que quero dizer.
Obrigado por saberes cuidar de mim, tratar de mim, olhar para mim, escutar quem sou...
E se, ao menos, tudo fosse igual a ti!
Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor,
Já não sei se sei o que é sentir.
Se por falar falei, pensei que se falasse era mais fácil de entender...
É o amor que chega ao fim, um final assim é mais fácil de entender...
(The Gift – Fácil de Entender)
As aulas já acabaram...acabou aquela rotina, que embora por vezes em fosse stressante, já começava a estar "vacinada"... e agora meio parada...abraça-me um estranha sensação, uma uma espécie de saudade, um vazio, como se sentisse falta de alguma coisa, falta de alguém... um sentimento estranho, contraditório, que não consigo controlar...
Nunca imaginei que pudesse sentir saudades... saudades da tua voz quente e segura (aquela voz de locutor de rádio),saudades do teu sorriso (aquele sorriso malandro, que o eu chamo de "puto reguila"), do teu jeito trapalhão e engraçado de ser, desse teu modo terno e simpático de te meteres com toda a gente, de conseguires fazer rir toda a gente... Porque tu não fazes só sorrir, fazes rir...
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