
"Quem me dera encontrar o verso puro,
O verso altivo e forte, estranho e duro,
Que dissesse a chorar isto que sinto!"
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"E as lágrimas que choro, branca e calma,
Ninguém as vê brotar dentro da alma!
Ninguém as vê cair dentro de mim!"
(Florbela Espanca)
“Adormeço-te as palavras nunca gastas por se dizerem e invento-te as formas numa noite em que as sonho.”
Pensei que ao estar longe de ti eu pudesse esquecer-te. Que conseguisse esquecer-te. Mesmo que (não) fosse essa a minha vontade, percebi que seria o melhor para mim encontrar uma forma de te esquecer.
Não consegui que isso acontecesse, simplesmente penso cada vez mais em ti, e não entendo porque… Não devia... já não devia esperar nada de ti…
Às vezes questiono-me… questiono-me sobre a minha vontade irreprimível de te ter…
Tenho tido sonhos, que parecem tão reais…que por momentos penso que não estou a sonhar… sonhos que desejava que fossem reais...
Ajuda-me a esquecer-te… só quando te esquecer vou conseguir descansar e seguir em frente…
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