quarta-feira, 2 de julho de 2008

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"Quem me dera encontrar o verso puro,
O verso altivo e forte, estranho e duro,
Que dissesse a chorar isto que sinto!"


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"E as lágrimas que choro, branca e calma,
Ninguém as vê brotar dentro da alma!
Ninguém as vê cair dentro de mim!"


(Florbela Espanca)




“Adormeço-te as palavras nunca gastas por se dizerem e invento-te as formas numa noite em que as sonho.”




Pensei que ao estar longe de ti eu pudesse esquecer-te. Que conseguisse esquecer-te. Mesmo que (não) fosse essa a minha vontade, percebi que seria o melhor para mim encontrar uma forma de te esquecer.


Não consegui que isso acontecesse, simplesmente penso cada vez mais em ti, e não entendo porque… Não devia... já não devia esperar nada de ti…


Às vezes questiono-me… questiono-me sobre a minha vontade irreprimível de te ter…

Tenho tido sonhos, que parecem tão reais…que por momentos penso que não estou a sonhar… sonhos que desejava que fossem reais...


Ajuda-me a esquecer-te… só quando te esquecer vou conseguir descansar e seguir em frente…


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