quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Turbilhão de sentimentos...


Na minha cabeça há turbilhão de sentimentos....

Pairam muitas dúvidas, um nervoso miudinho, desilusão, nostalgia, e ao mesmo tempo satisfação. Finalmente começo a conseguir ver alguma luz ao fundo do túnel, e tenho um pressentimento que está quase…. Estou quase de atingir aquilo por que espero a meses, e preencher um vazio que tem crescido ao longo destes meses.

Não estou a espera que tudo seja fácil… porque nada tem sido ao longo da minha vida… E é por isso é que quando vejo tudo muito fácil e simples… duvido e caminho com um pé a frente e outro atrás, “devagarinho com medo de falhar”...

Mas sei que não estou sozinha nisto, estou com melhor companhia e apoio que podia ter!







Mas ao mesmo tempo, algo me põe triste e desiludida…espero demais dos outros… e dou tanto de mim, que as vezes só espero mesmo. E isso magoa, desilude,e o pior é nunca sei desistir.


Uma amizade também sofre desilusões...

E não deixo de agradecer todo o apoio que esta amizade me deu, a todas as palavras de carinho, amizade e ânimo que me atirou, mas acima de tudo os momentos de alegria, tristeza e de amizade...

Não lhe cobro nada pelas conversas nem pelo apoio e amizade que lhe dei porque apesar de tudo eu gosto dela como é...

Mas como eu digo, as amizade também sofrem desilusões...


“Eu fui devagarinho
com medo de falhar
não fosse esse o caminho certo
para te encontrar
fui descobrindo devagar
cada sorriso teu
fui aprendendo a procurar
por entre sonhos meus

eu fui assim chegando
sem entender porquê
já foram tantas vezes tantas
assim como esta vez
mas é mais fundo o teu olhar
mais do que eu sei dizer
é um abrigo pra voltar
ou um mar pra me perder

lá for a o vento
nem sempre sabe a liberdade
a gente finge
mas sabe que não é verdade
foge ao vazio
enquanto brinda, dança e salta
eu trago-te comigo
e sinto tanto, tanto a tua falta

eu fui entrando pouco a pouco
abria a porta e vi
que havia lume aceso
e um lugar pra mim
quase me assusta descobrir
que foi este sabor
que a vida inteira procurei
entre a paixão e a dor

lá for a o vento
nem sempre sabe a liberdade
gente perdida
balança entre o sonho e a verdade
foge ao vazio
enquanto brinda, dança e salta
eu trago-te comigo
e sinto tanto, tanto a tua falta

lá for a o vento
nem sempre sabe a liberdade
a gente finge
mas sabe que não é verdade
foge ao vazio
enquanto bebe, dança e ri
eu trago-te comigo
e guardo este abraço só para ti “

(Mafalda Veiga – Gente perdida)

1 comentário:

  1. Eu sei que está quase!
    E no dia que for certo e definitivo para ambas vamos comemorar!
    Vamos comer um gelado numa gelataria pela qual eu passei numa rua, mas na qual nunca entrei por não ter companhia e vamos ver o mar ou rio, que eu não sei bem o que aquilo é (sei é que tem praia!)

    bjinhos

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